A INOVA+ tem o prazer de anunciar e partilhar a publicação do Estudo sobre Condições Regulatórias para as Empresas Inovadoras de Elevado Crescimento – EIEC (Study on Framework Conditions for High-Growth Innovative Enterprises – HGIE). Este estudo, comissionado, pela Comissão Europeia, Direcção Geral para a Investigação e Inovação, foi coordenado pela INOVA+ em consórcio com a TNO (Holanda) e VTT (Finlândia).

O estudo relaciona a performance das empresas de elevado crescimento com as condições regulatórias de incentivo e apoio ao empreendedorismo em 37 países, incluindo todos os estados membros da UE, outros países Europeus e cinco países não-Europeus, selecionados devido ao seu bom desempenho quanto à performance de empresas de elevado crescimento.

O relatório (disponível aqui) apresenta os dados mais recentes dados sobre a performance das empresas de elevado crescimento e das condições regulatórias favoráveis ao empreendedorismo, com um enfoque especial nas EIEC. Os indicadores chave sobre a performance das EIEC, para o período 2012-2014, mostram que naquele grupo de países, a proporção de EIEC entre o total de empresas é, em média, de 0.16%, representando 3.3% do emprego total.

Adicionalmente, as condições regulatórias favoráveis ao empreendedorismo nos 37 países foram analisadas através de um conjunto de indicadores em seis áreas chave. O desempenho desses 37 países situa-se abaixo de 4.0, numa escala em que o desempenho máximo representa 6.0, e o desempenho médio dos estados membros da UE é ainda mais reduzido do que esta média global. Com base nos resultados obtidos os países foram agrupados em lideres (frontrunners, onde apenas um estado membro está presente: Suécia), próximos dos lideres (near frontrunners), moderados (pursuers) e modestos (laggards).

Entre as recomendações de políticas que possam contribuir para o crescimento das EIEC, destaca-se a sugestão aos estados membros de adotarem abordagens holísticas ao crescimento das EIEC, políticas especificas de apoio ao ciclo de vida das empresas, reforço dos ecossistemas, mais ação a nível Europeu e melhoria das condições regulatórias mais relevantes.